Sensações…

Publicado em Sem-categoria às Quinta-feira Junho 25, 2009 por July

noite

A tempos já não desfrutava de sua companhia…
A tempos não sentia as sensações que sinto agora….
A tempos não me vejo sorrir, o achar graça do simples, das palavras em si, de seu rosto, da forma com que falas comigo.

Sinto-me inebriada de emoções a tanto desconhecidas…
Vejo-me perdida entre palavras, gestos, sorrisos…
Pego-me pensando em ti a cada momento…
E pergunto-me se és real.

Penso, penso, penso…
Mas ao teu lado se quer sei quem sou…

Esse anonimato me faz bem, me faz ser quem sou, me faz feliz!

Biografia

Publicado em Sem-categoria às Quinta-feira Maio 14, 2009 por July

amanhecer

 

É tão díficil recomeçar…

Mas isso é algo que tenho aprendido com o tempo, como reescrever páginas de minha auto-biográfia que eu já havia dado por encerrada, solucionar tudo aquilo que eu tinha diagnosticado como crônico, sorrir quando achei que passaria muito tempo debruçada sobre minhas próprias verdades de que pessoas como eu não tem felicidade e sim momentos de distração cronometrados.

Tudo isso me é tão novo, que me prende a atenção sem fazer com que se quer pisque!

Sinto admiração por tudo que vejo, penso, escrevo, falo, demostro, assumo, percebo, analiso, discordo e aceito.

Mais do que descobrir o mundo, descubro uma nova pessoa em mim, é tão bom se reinventar! Ou mesmo renovar antigas vertente que o tempo apagou, ou fez questão de deixar bem escondido. Mas a vida é feita disso, e renovações, de supresas, e por mais quem eu tente, muitas delas não consigo explicar, apenas sinto-me conduzida, e mantenho a esperança, de que tudo está muito além do que posso ver, ouvir e sentir.

E esse além, se modifica a cada dia, transformando tudo em uma incógnita, que terei um imenso prazer em descobrir.

Me apego ao conformismo, do ponto de vista que erro, mas que aprendo com os meus erros. De que há algo que não posso explicar, mas passar a vida toda buscando justificar isso será um prazer.

E podemos chamar estas linhas que vocês vem de uma auto-biografia, algo muito raro, mas vejo como uma fase de transição, a qual quis compartilhar, quando mudamos, nossas poesias mudam também, já que são o reflexo do nosso pensamento, sentimento e coração.

Nós!

Publicado em July às Domingo Março 22, 2009 por July

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Porque a vida é cheia de erros, e os caminhos que percorremos tortos e cheio de obstáculos.

Será que fui eu mesma quem errou?

Será que não foi o acaso?

É tão difícil tentar não ser eu mesma, é tão difícil agir como se tudo estivesse bem.
Mudar atitudes, reações, sorrisos… compreender a negação.

 

Impaciente!
É tão difícil esperar…
É tão difícil aceitar…
É tão difícil não pensar…
Omitir sensações, impressões, devaneios…
Talvez seja hora de mudar…

Eu!

Publicado em July às Domingo Março 22, 2009 por July
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Essa calmaria me faz bem!
Essa liberdade… esse respirar tranquilo, essa solidão momentânea.
Acho que sou egoísta de privar as pessoas que me querem tão bem de ficarem próximas, mas acho que sou humana, quando afasto-as da decepção, da angústia, da tristeza… da desilusão!
Eu já tão habituada a viver minha vida com um excesso de emoções, não quero mais envolver ninguém na minha loucura involuntária… no meu mundo, e nos caminhos são turvos dele.
E tudo só será compreendido daqui muito tempo…
Ou não… será conformado…
E serei eu… apenas eu.

Reflexões…

Publicado em July às Quarta-feira Março 11, 2009 por July
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Quando mergulhamos no caos, nas nossas insanidades, nos pensamentos mais conturbados, lembramos de tudo que nos levou até o presente momento.
De cada pessoa que passou por nós, de cada situação, de cada frase dita, de cada olhar…
Esse misto de nostalgia e liberdade, traz a tona a confusão.
Percebemos o quanto somos vulneráveis a breve sentimentos;
O quanto o orgulho nos remete a sensações angustiantes…
Por um momento difícil vemos naquilo passou a solução, porque não voltar a ser como era?
Mas num momento seguinte, percebemos que nada é sustentável, e que não foi e não será!
Buscar soluções nas antigas experiências não é de muito apreço, pois as mudanças já foram feitas, incorporadas o que resta são lembranças nostálgicas, que emergem sensações que eu não gostaria mais de sentir.
Trazem a boca o gosto amargo, de toda uma vida… a cada suspiro vejo algo que me cativa e em seguida desmoronar, como um dia já o fez.
Penso, penso, penso…
E não concluo, talvez não haja uma conclusão…
É preciso viver, sentir, aprender a lidar com cada situação…
Mas é tão difícil as vezes, é tão doloroso… abrir as velhas feridas que nunca cicatrizaram.
É como fechar-me para o mundo, para uma nova vida, para alguém.
E negar-me a felicidade, porque não posso dar um passo adiante, se minha mão ainda segura coisas ao vento.
Eu quis me proteger por todo o tempo, e coloquei numa caixinha de música, onde apenas soa uma canção, que é da minha voz recitando minhas relutâncias.
Queria jogar-me na vida, como muito já fiz, porque dessa vez não há de ser como as demais…

Falta-me coragem!
Sobram-me assombrações de um passado não tão distante.

Permaneço, pensando.

Imagem…

Publicado em July às Quarta-feira Janeiro 28, 2009 por July
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Queria te fazer parte de mim…
Queria com que teus olhos apenas tivesse um visão, a minha…
Que teu carinho fosses apenas por mim, que só ouvisse minhas palavras… só tivesses o meu abraço, meu beijo…
Queria dominar-te de forma com que não pudesses jamais deixar-me.
Porque na verdade, não te tenho.

Esse vazio queria que fosse preenchido por ti.

E de tanto querer… já não sei quero-te, ou se idealizei minha ausência em ti.

Principio…

Publicado em July às Quinta-feira Janeiro 22, 2009 por July
sozinho
Porque no final começa-se a pensar no início!
Porque no final, voltam hábitos do início!
E é ai que você descobre que sempre foi o que foi, e que tudo que viveu não passou de uma mentira!
E pela primeira vez você se sente feliz, por não ter sido nada real.
Porque no final, tudo volta a ser como era antes!
O que muda é sua mente que evoluiu o bastante para chegar e admitir essa conclusão.

Erros…

Publicado em July às Terça-feira Janeiro 6, 2009 por July

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Erro, sequencialmente, erro…
Não tenho mais domínio sobre minhas atitudes ou pensamentos, perdi minha racionalidade.
Sofro a cada amanhecer com o gosto amargo do arrependimento.
Sinto-me vazia, apenas com um aperto no peito e alguns murmuros entalados na minha garganta.
Sinto vontade de gritar!
Sinto-me sozinha!
Tenho alguns instantes de lucidez, reflito… concluo!
E volto a errar, como algo que esteja além de mim, do meu controle…
Inconsciente…
Afogada nas inúmeras tentativas, me refugio…
De mim, de ti, de todos…
Estou cansada de me perder, cansada de ir contra tudo o que sempre fui!
Estou cansada de errar…

Fuga

Publicado em July às Sexta-Feira Dezembro 12, 2008 por July
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Falta-me o ar…
Como se estivesse presa num quarto escuro sem janelas ou portas…
Afogo-me em minhas próprias lágrimas…
Que inundam tudo ao meu redor.
Sinto-me sufocada, presa em pensamentos que me perseguem a cada instante, deixando-me sem rumo.
Simulações de um romance e suas tramas, sem nunca chegar a desvendar.
Estou cega!
Não consigo ver mais nada além do que meu coração sente, do que meus olhos buscam, do que meus ouvidos fingem ouvir, do que minha boca suplica.
Desnorteada, sem caminho, sem luz, sem esperanças, sem nada!
A cada ilusão construída, a cada sonho, a cada plano!
Sim tínhamos um plano, íamos fugir… ias me tirar daqui!
Voltou apenas para saber se eu estava bem, viva!
Esperando-te.
Partiu… na promessa de voltar, mas sempre volta!
Nunca permanece.
E eu continuo lutando contra os meus demônios, para me manter pensando…

Today…

Publicado em July às Quarta-feira Dezembro 10, 2008 por July
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Hoje é um dia diferente, na verdade eu mesma não posso explicar o porque, mas é…
Não que tenha me ocorrido nada demais, nem mesmo em pensamentos…
O fim do ano se aproxima, e como é de costume, começam a vir a tona todas aquelas reflexões sobre o que se passou.
Mas eu que já passo o ano todo a pensar, a questionar-me, cobrar-me de porquês, não somente a mim, mas todos os quais se envolvem na minha vida de alguma forma.
Penso tanto, que sempre chego a mesma conclusão, não há porquês, não há verdades, não certezas, não existem respostas para as minhas perguntas, não há nada que saciei minha ânsia de tentar entender o que não há de ser compreendido.

Hoje estou diferente, calma, serena e sem pensamento flutuantes.
Estou estranha, mas essas estranhesa me faz bem! Faz-me sentir algo que a tempos não sentia.
É algo raro, mas que tenho a leve sensação que pode se tornar permanente.
Sabe, sinto-me leve, tranquila, longe daquele desespero habitual.
Confesso que no inicio da manhã tive uma certa ansiedade, que solucionei com um telefonema, não deveria mas o fiz!
O fiz sem culpa, e sem esperar por nada, apenas o fiz, e gostei, confesso que gostei!

As minhas lágrimas não partiram…
A tristeza momentânea também não!
Mas aprendi a lidar com os diversas situações, que já se tornaram rotineiras.
A sentir, sem dor.
A chorar, por desabafo, para sentir um alivio, aquele que sempre vem após a crise.

Comecei a observar ao meu redor, observar a ti.
A notar pequenos gestos…
A reparar no teu olhar, que antes por mim passava desapercebido, pois estava sempre de cabeça baixa, fugindo de ti, por algum motivo que não sei explicar, talvez não olhaste em teus olhos, por medo, medo de entregar-me definitivamente, num simples olhar!
Acabei por não ver o teu.

Cada toque, carinho, cada palavra, passeia sentir-te de forma completa, e entregar-me cada vez mais, acho que estavas passando pelo menos que eu… Confiei!
Fechei os olhos e lhe dei tudo de mim, minha verdade, meus sentimentos, minha vida.
Acho que estamos no caminho certo!

Estava a pensa, amadurecemos, eu também, isso é bom!
É conjunto, fizemos planos!
Pequenos planos, simples… mas é assim que eis de começar.
Planos se sermos felizes? Sobre o futuro? Sobre a eternidade?
Planos sobre tentarmos!

Fiz juras de amor à ti…
Nem sempre fui correspondida, em palavras ou atitudes;
Mas além do erro, existe o recomeço, o repensar, o mudar.
Eu aceitei…
A ti e tua forma de amar, o teu aprendizado, a tua evolução.

Preciso ser menos compulsiva, por ti, pelos meus sentimentos…
Não posso mais ter ter medo, de enfrentar a mim mesma, e minha solidão…
Essa insegurança, que me faz ser sempre impulsiva…
Obsessão em sentir o que não devo sentir…
Respirar, apenas isso, olhar para o horizonte e não pensar em nada…
E para que pensar no amanhã, se o hoje ainda não terminou…