Arquivo para Março, 2009

Nós!

Postado em July em Domingo Março 22, 2009 por July

stanleypub

Porque a vida é cheia de erros, e os caminhos que percorremos tortos e cheio de obstáculos.

Será que fui eu mesma quem errou?

Será que não foi o acaso?

É tão difícil tentar não ser eu mesma, é tão difícil agir como se tudo estivesse bem.
Mudar atitudes, reações, sorrisos… compreender a negação.

 

Impaciente!
É tão difícil esperar…
É tão difícil aceitar…
É tão difícil não pensar…
Omitir sensações, impressões, devaneios…
Talvez seja hora de mudar…

Eu!

Postado em July em Domingo Março 22, 2009 por July
ju
Essa calmaria me faz bem!
Essa liberdade… esse respirar tranquilo, essa solidão momentânea.
Acho que sou egoísta de privar as pessoas que me querem tão bem de ficarem próximas, mas acho que sou humana, quando afasto-as da decepção, da angústia, da tristeza… da desilusão!
Eu já tão habituada a viver minha vida com um excesso de emoções, não quero mais envolver ninguém na minha loucura involuntária… no meu mundo, e nos caminhos são turvos dele.
E tudo só será compreendido daqui muito tempo…
Ou não… será conformado…
E serei eu… apenas eu.

Reflexões…

Postado em July em Quarta-feira Março 11, 2009 por July
1236775321215_f
Quando mergulhamos no caos, nas nossas insanidades, nos pensamentos mais conturbados, lembramos de tudo que nos levou até o presente momento.
De cada pessoa que passou por nós, de cada situação, de cada frase dita, de cada olhar…
Esse misto de nostalgia e liberdade, traz a tona a confusão.
Percebemos o quanto somos vulneráveis a breve sentimentos;
O quanto o orgulho nos remete a sensações angustiantes…
Por um momento difícil vemos naquilo passou a solução, porque não voltar a ser como era?
Mas num momento seguinte, percebemos que nada é sustentável, e que não foi e não será!
Buscar soluções nas antigas experiências não é de muito apreço, pois as mudanças já foram feitas, incorporadas o que resta são lembranças nostálgicas, que emergem sensações que eu não gostaria mais de sentir.
Trazem a boca o gosto amargo, de toda uma vida… a cada suspiro vejo algo que me cativa e em seguida desmoronar, como um dia já o fez.
Penso, penso, penso…
E não concluo, talvez não haja uma conclusão…
É preciso viver, sentir, aprender a lidar com cada situação…
Mas é tão difícil as vezes, é tão doloroso… abrir as velhas feridas que nunca cicatrizaram.
É como fechar-me para o mundo, para uma nova vida, para alguém.
E negar-me a felicidade, porque não posso dar um passo adiante, se minha mão ainda segura coisas ao vento.
Eu quis me proteger por todo o tempo, e coloquei numa caixinha de música, onde apenas soa uma canção, que é da minha voz recitando minhas relutâncias.
Queria jogar-me na vida, como muito já fiz, porque dessa vez não há de ser como as demais…

Falta-me coragem!
Sobram-me assombrações de um passado não tão distante.

Permaneço, pensando.