Achismo

Posted in July on quinta-feira julho 16, 2009 by July

 

06-06-09_1150 

Eu não sei mais quem é você…
Achei por um tempo que soubesse… mas não sei!
E esse não saber me leva a uma seqüência initerrupta de achismos…
 
Acho que as coisas não aconteceram da forma que eu “achei” que tivessem acontecido.
Acho também que as intenções não foram as que “achei” que fossem.

Acho que a vida derrepente tomou um rumo o qual eu não esperava, eu com toda minha convicção me desfiz dela em tão pouco tempo.
Eis que me pego com os mesmos sentimentos que relutava em admitir que sinto, que tentava não sentir.

Controle, eis a palavra que me vinha a mente a cada segundo em tempos remotos e que busco inssessantemente, sem encontrá-la.

Achei tantas coisas de ti…
Achei que sabia tudo… tudo o que precisava saber!
Descobri que não sabia nada e que essa procura por saber é infinita.

Mas há algo novo a cada dia…
Algo que surpreende, que renova tudo aquilo que acreditei sentir desde o primeiro momento que te idealizei ao meu lado. Se é que houve esse momento, os momentos tem passado tão depressa, tão distantes, tão sem que eu perceba… tão sem controle!

Achei que não me permitiria magoar-me de novo.
Mas não há sentimento verdadeiro sem magoas, não há o gostar sem o entristecer-se.
Quando a porta é aberta não há como evitar que tudo que esteja ao seu redor flua por ela.

Achei que teria bons momentos ao teu lado, mas nunca pude prever que seria algo tão intenso.
Queria-te ao meu lado, e não como és hoje…
Parte de mim!

Achei que eras apenas aquilo que via..
Não me precavi deixei-te mostrar-me tudo o que podia, não limitei-te!
Mostrou-me aquilo que tinhas de mais precioso, a ti mesmo!
Alguém que se alegra, se entristesse, se esbraveja, se emociona…
Que sente!

Reconheço seu empenho em me manter bem, a salvo!
Mas ao mesmo tempo me pergunto o porque disto, da preocupação, do consolo, do carinho, das atitudes, do amor.

Peguei -me adimirando-te!
Simplismente olhando-te, com um pensamento vago, apenas observando teus contortos, teus olhos, olhos que me adormecem.
Peguei-me gostando de ti!
Um momento único, por alguns minutos fiquei apenas olhando-te!

Me sinto tão acolhida quando estamos no mundo em que criei pra nós, mas ao primeiro passo fora dele, sou tomada uma insegurança tamanha, que fico estática!

Me vejo dentro de um sonho, que um dia se concretizou, mas que nas noites mais prolongadas não teve um desfecho…
Eis que agora este sonho tomou pra si vida própria e está longe do meu alcançe designar-lhe seu rumo.

Acho que achei demasiadamente…
E já não sei o que mais achar.

Agora tenho de aprender a CRER!

Sensações…

Posted in Sem-categoria on quinta-feira junho 25, 2009 by July

noite

A tempos já não desfrutava de sua companhia…
A tempos não sentia as sensações que sinto agora….
A tempos não me vejo sorrir, o achar graça do simples, das palavras em si, de seu rosto, da forma com que falas comigo.

Sinto-me inebriada de emoções a tanto desconhecidas…
Vejo-me perdida entre palavras, gestos, sorrisos…
Pego-me pensando em ti a cada momento…
E pergunto-me se és real.

Penso, penso, penso…
Mas ao teu lado se quer sei quem sou…

Esse anonimato me faz bem, me faz ser quem sou, me faz feliz!

Biografia

Posted in Sem-categoria on quinta-feira maio 14, 2009 by July

amanhecer

 

É tão díficil recomeçar…

Mas isso é algo que tenho aprendido com o tempo, como reescrever páginas de minha auto-biográfia que eu já havia dado por encerrada, solucionar tudo aquilo que eu tinha diagnosticado como crônico, sorrir quando achei que passaria muito tempo debruçada sobre minhas próprias verdades de que pessoas como eu não tem felicidade e sim momentos de distração cronometrados.

Tudo isso me é tão novo, que me prende a atenção sem fazer com que se quer pisque!

Sinto admiração por tudo que vejo, penso, escrevo, falo, demostro, assumo, percebo, analiso, discordo e aceito.

Mais do que descobrir o mundo, descubro uma nova pessoa em mim, é tão bom se reinventar! Ou mesmo renovar antigas vertente que o tempo apagou, ou fez questão de deixar bem escondido. Mas a vida é feita disso, e renovações, de supresas, e por mais quem eu tente, muitas delas não consigo explicar, apenas sinto-me conduzida, e mantenho a esperança, de que tudo está muito além do que posso ver, ouvir e sentir.

E esse além, se modifica a cada dia, transformando tudo em uma incógnita, que terei um imenso prazer em descobrir.

Me apego ao conformismo, do ponto de vista que erro, mas que aprendo com os meus erros. De que há algo que não posso explicar, mas passar a vida toda buscando justificar isso será um prazer.

E podemos chamar estas linhas que vocês vem de uma auto-biografia, algo muito raro, mas vejo como uma fase de transição, a qual quis compartilhar, quando mudamos, nossas poesias mudam também, já que são o reflexo do nosso pensamento, sentimento e coração.

Nós!

Posted in July on domingo março 22, 2009 by July

stanleypub

Porque a vida é cheia de erros, e os caminhos que percorremos tortos e cheio de obstáculos.

Será que fui eu mesma quem errou?

Será que não foi o acaso?

É tão difícil tentar não ser eu mesma, é tão difícil agir como se tudo estivesse bem.
Mudar atitudes, reações, sorrisos… compreender a negação.

 

Impaciente!
É tão difícil esperar…
É tão difícil aceitar…
É tão difícil não pensar…
Omitir sensações, impressões, devaneios…
Talvez seja hora de mudar…

Eu!

Posted in July on domingo março 22, 2009 by July
ju
Essa calmaria me faz bem!
Essa liberdade… esse respirar tranquilo, essa solidão momentânea.
Acho que sou egoísta de privar as pessoas que me querem tão bem de ficarem próximas, mas acho que sou humana, quando afasto-as da decepção, da angústia, da tristeza… da desilusão!
Eu já tão habituada a viver minha vida com um excesso de emoções, não quero mais envolver ninguém na minha loucura involuntária… no meu mundo, e nos caminhos são turvos dele.
E tudo só será compreendido daqui muito tempo…
Ou não… será conformado…
E serei eu… apenas eu.

Reflexões…

Posted in July on quarta-feira março 11, 2009 by July
1236775321215_f
Quando mergulhamos no caos, nas nossas insanidades, nos pensamentos mais conturbados, lembramos de tudo que nos levou até o presente momento.
De cada pessoa que passou por nós, de cada situação, de cada frase dita, de cada olhar…
Esse misto de nostalgia e liberdade, traz a tona a confusão.
Percebemos o quanto somos vulneráveis a breve sentimentos;
O quanto o orgulho nos remete a sensações angustiantes…
Por um momento difícil vemos naquilo passou a solução, porque não voltar a ser como era?
Mas num momento seguinte, percebemos que nada é sustentável, e que não foi e não será!
Buscar soluções nas antigas experiências não é de muito apreço, pois as mudanças já foram feitas, incorporadas o que resta são lembranças nostálgicas, que emergem sensações que eu não gostaria mais de sentir.
Trazem a boca o gosto amargo, de toda uma vida… a cada suspiro vejo algo que me cativa e em seguida desmoronar, como um dia já o fez.
Penso, penso, penso…
E não concluo, talvez não haja uma conclusão…
É preciso viver, sentir, aprender a lidar com cada situação…
Mas é tão difícil as vezes, é tão doloroso… abrir as velhas feridas que nunca cicatrizaram.
É como fechar-me para o mundo, para uma nova vida, para alguém.
E negar-me a felicidade, porque não posso dar um passo adiante, se minha mão ainda segura coisas ao vento.
Eu quis me proteger por todo o tempo, e coloquei numa caixinha de música, onde apenas soa uma canção, que é da minha voz recitando minhas relutâncias.
Queria jogar-me na vida, como muito já fiz, porque dessa vez não há de ser como as demais…

Falta-me coragem!
Sobram-me assombrações de um passado não tão distante.

Permaneço, pensando.

Imagem…

Posted in July on quarta-feira janeiro 28, 2009 by July
orkut20me2020sozinha
Queria te fazer parte de mim…
Queria com que teus olhos apenas tivesse um visão, a minha…
Que teu carinho fosses apenas por mim, que só ouvisse minhas palavras… só tivesses o meu abraço, meu beijo…
Queria dominar-te de forma com que não pudesses jamais deixar-me.
Porque na verdade, não te tenho.

Esse vazio queria que fosse preenchido por ti.

E de tanto querer… já não sei quero-te, ou se idealizei minha ausência em ti.