Cantos

São obscuros os cantos da casa.
Na janela as vozes prendem-se nos vidros, chorando a solidão.

Nas mãos, caneta, folha rasgada, folha ensanguentada.
Rasgam-se as asas.
Quisera eu voar.
Nas paredes, sangue e o que os olhos não querem ver…

( Autor Desconhecido )

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