Oras…

Oras…

Não queres que eu diga o que me vem a mente…
Não queres que eu pense no que acho que devo pensar…
Queres que eu guarde para mim minhas todas espontâniedades…
Pois não!
Não guardarei pra mim…
Só que a ti não as destinarei mais.
Serão de quem quiser vê-las, se quem por elas se interessar,
De quem quiser comigo as compartilhar…

Já ti, que guarde seus comentários, críticas, opiniões…
E tudo mais que mim de referir pra ti mesmo,
Até que sua garganta fique áspera de tanto querer dizer e não poder.
Já não me importa o que tens a dizer,
Como já não quero dividir mais nada contigo.
Não quero passar momentos felizes ao teu lado,
Se com os triste, ou simplismente os cotidianos não posso.

Escutei-te até cansar, passei noites a te esperar, para suas palavras ouvir…
Mas para ser bem sincera, nunca tive a reciproca tão esperada disso…
A mim sempre foram destinadas as conversas interrompidas…
Drásticamente cortadas.

E se tenho que mudar, rever conceitos, repensar o que devo pensa…
Isso não o farei,
Serei eu… apenas eu…

Tu devias ir atras de tua perfeição, de tua compahia perfeita,
Aquela a qual nunca te desagrada, sempre ouve-te, sempre a teu lado está…
E claro diverte -te com seu jeito de ser.

Busque tudo que não encontrás aqui…
Mas lembre-se de nunca mais buscar a mim.
Pois esse ser imperfeito quer liberdade, quer agir com é.
Quer apenas ser ele.
E não quer mais estar ao teu lado, quando este momento chegar…

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